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18.7.09

Logan Henderson - The Sky Angel Cowboy

A história de um menino chamado Logan Henderson, que ficou conhecido como Anjo Cowboy do Céu. No vídeo tem a gravação da conversa que ele teve com o locutor de uma rádio de onde ele mora. Logan conta a experiência que teve com Deus, e nos traz uma reflexão muito importante a respeito do sacrifício de Cristo na cruz.

Logan Henderson

10.5.09

A GRAÇA SINGULAR DA EVOLUÇÃO

Por Paulo Brabo
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Há dois tipos de cristão: os que acreditam na evolução e os que acreditam que há apenas um tipo de cristão.

Para muitos evangélicos de todas as estirpes o criacionismo — a noção de que Deus criou o universo e o nosso mundo em seis dias literais — faz parte do conjunto mais essencial de doutrinas cristãs, ao lado, digamos, da doutrina do pecado original e do sacrifício substitutivo de Jesus. Colocar em dúvida a literalidade da criação seria duvidar da inerrância das escrituras, duvidar do testemunho de Moisés, dos apóstolos e até de Cristo.

De nada adianta argumentar que grande parte dos patriarcas da igreja primitiva (e pensadores judeus contemporâneos desses) não interpretavam literalmente o relato da criação registrado nos primeiros capítulos de Gênesis. Esses primeiros cristãos não negavam que Deus tivesse criado o mundo; apenas sustentavam que o relato bíblico não era para ser entendido como descrição literal de como aconteceu. Liam a narrativa da criação como lemos as parábolas de Jesus: como narrativa metáforica, como mito, que aponta para uma verdade superior.

De nada adianta argumentar que muitos cristãos contemporâneos dentre os mais austeros e ortodoxos — digamos, John Stott — crêem que a evolução foi o modo peculiar através do qual Deus moldou o homem do barro. Stott crê que o universo, a vida na Terra e a humanidade vieram à luz mais ou menos como explicam os livros de ciência — porém sob a égide oculta de um interessado Produtor, um supervisor e patrocinador que interveio de forma esporádica mas decisiva em um processo natural e em muitos sentidos aleatório.

Pensadores como Stott parecem ter se dobrado a abraçar uma doutrina limitada da evolução diante do peso da evidência científica. Embora a evidência em favor da factualidade da evolução seja vasta e eloqüente, não é a autoridade (sempre arbitrária) da ciência o que de fato me atrai na idéia.

No fim das contas, creio na evolução por motivos literários — ou, para dizer de outra forma, motivos espirituais. A evolução soa-me como história melhor do que a narrativa literal da criação. Fala de um Deus mais próximo do Deus da Bíblia e da experiência cotidiana.

Como o da Bíblia, o Deus da evolução é comedido e introspectivo, intervindo apenas quando e na medida em que julga necessário; sendo independente das suas criaturas, ele deseja que suas criaturas sejam santas, isto é, autônomas e singulares, como ele o é. Ele deixa sua criação (ou seja, nós e o universo) correr o seu curso e o acaso fazer suas próprias escolhas. Como o Deus de Abraão e Moisés, ele é poderoso o bastante para lidar de forma criativa com o imprevisto, e escolhe escrever a história da criação e da vida em conjunto com as suas criaturas, e não a partir de um roteiro pré-estabelecido. Como o Deus de Paulo, ele pede que interpretemos o espírito, não a letra do que ele diz. Como o Deus do dia-a-dia, ele é presente e unânime e onipresente, e ao mesmo tempo tão recatado que pode tranqüilamente passar despercebido.

A narrativa do Gênesis foi escrita para que saibamos que Deus está espetacularmente por trás de tudo; a sacada da evolução, bem como o Deus distanciado da experiência do dia-a-dia, estão aí para dizer que Deus o faz da forma mais espetacularmente sutil. O Deus do criacionismo pode parecer grande, mas o Deus da evolução é necessariamente maior — é, portanto, apenas o retrato de mais uma face do Deus tremendo de Gênesis.

A evolução ensina que cada espécie (e cada espécime) de animal e de planta é um tipo particular e insubstituível de graça, e não a mera representação física de um projeto ideal numa prancheta eterna. Para o criacionista pouca diferença faz se tigres e florestas e bugios e campos gerais são extintos pela cegueira da ambição humana; para o evolucionista, a cada golpe na biodiversidade um milagre da graça mais improvável é apagado para sempre. Estamos habituados a louvar a criação, mas a evolução fala de milagres maiores; fala do conhecimento do bem e do mal e da responsabilidade de administrar com sabedoria o jardim da Terra, coisas das quais tentaremos sempre nos esquivar.

O notável é que a narrativa da criação do Gênesis poderia muito bem ser literal e factual; seria apenas uma solução menos extraordinária do que a da evolução. Às vezes penso que a evolução era [uma das coisas] que Jesus tinha em mente quando disse que o reino de Deus está no meio de nós. A lapidação lenta e improbabilíssima de galáxias e planetas e espécies e nações e indivíduos alinha-se de forma mais eloqüente com os métodos do Deus de Jesus, que tem como o Filho a ambição de estar em todos lugares e ser reconhecido, até a cortina final, em nenhum.

Publicado Originalmente na revista ULTIMATO 15/06/2007
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Opinião dos leitores

Carla G. Bueno Silva São Paulo - SP #1
O evolucionismo é uma teoria, não deve ser tomado como verdade(como ocorre nas escolas e universidades).A verdade é que nenhum ser vivo de hoje estava lá no momento da criação ou da explosão. Mas Deus nos deu o livro da vida, a Palavra dele que é rica e descreve tudo o que ele fez e o amor com que ele formou tudo! Ele é o Deus Criador, em nenhum momento a bíblia diz "Deus Evolutor".
Deus não está preso no tempo como nós, o tempo pra ele é nada! O homem tem essa mania de explicar o mundo através do argumento "foram milhões de anos..." Não é assim de acordo com a biblia!
Deus tudo pode!
Postado em 11/11/2008 às 11:21:36


Carla G. Bueno Silva São Paulo - SP #2
Se formos ler a bíblia pensando que ela é subjetiva estamos distorcendo a Palavra e duvidando do poder de Deus! Ou seja, os 7 dias não foram beeem 7 dias, mas uns 7 milhões de anos (ou mais!).
Então, em quanto tempo Jesus teria ressuscitado? Será que foram 3 dias mesmo? Ou não é beem assim "ressuscitar"...
Isso é colocar em dúvida o livro que foi inspirado por Deus e tudo o que Ele fez!
Se a bíblia não fosse clara (ela é!) somente as pessoas mais estudadas poderiam entendê-la. Mas Deus a fez para todos!
Que possamos ler a Palavra inspirados pelo Criador e não ocultá-la ou distorcê-la.
Postado em 11/11/2008 às 11:31:12


Marcelo Campinas - SP #3
Sou cristão, médico, mas não sou um criacionista fundamentalista literalista. Porém, não há evidência em favor da factualidade da evolução que seja vasta e eloqüente, muito pelo contrário. A genética moderna não consegue dar sustentação a teoria da evolução como descrita originalmente por Darwin. Para muitos bólogos, incluindo uma grande maioria de não-cristãos, a evolução das espécies é o protótipo da teoria aceita amplamente, divulgada como fato irrefutável e que carece seriamente de evidências a luz da biologia celular e molecular e da genética moderna, ciências seculares.
Postado em 29/11/2008 às 17:36:45


Marcelo Campinas - SP #4
Além disso, essa necessidade de setores evangélicos em se aproximar de teorias seculares e se mostrar progressistas pode levar a erros teológicos, que por sua vez podem macular a imagem da igreja cristã. Qual a relevância da teoria evolução das espécies para o entendimento cristão da Criação? Mais uma vez, a ciência "evolui" e muitas teorias caem por terra. Devemos ser cuidadosos ao endossar teses que possam ter qualquer conteúdo contrário a doutrina cristã, sob pena de poder confundir ou colocar dúvidas nas mentes de crentes sinceros.
Postado em 29/11/2008 às 17:44:28


Marcos David Muhlpointner São Bernardo Do Campo - SP #5
Infelizmente um dos resultados de se considerar a evolução é colocar Deus num patamar muito parecido com o dos homens. O autor do artigo faz uma declaração perigosa e absurda: “...ele[Deus] é poderoso o bastante para lidar de forma criativa com o imprevisto...” Ora, quando é que Deus é pego num imprevisto? Quando é que Deus é pego com “as calças na mão”?
Ora, um Deus que tivesse que lidar com o “acaso” a toda hora e rever Seus planos não seria um Deus de fato. Isso está muito mais para uma projeção humana de Deus. Até mais, Marcos.
Postado em 17/02/2009 às 16:51:56


Fabiana Sp - SP #6
Estranho texto, parece q Paulo Brabo está na contramão. Qdo tantos cientistas criacionistas espalhados pelo mundo têm mostrado evidências dos enormes furos na teoria da evolução e de provas científicas da criação...
Seria interessante mais base antes de publicar um texto como esse. " Creio na evolução por motivos literários". Opa...
Postado em 10/03/2009 às 09:13:38


Ricardo Santos Curitiba - PR #7
É interessante que sempre que alguém levanta uma reflexão, frise bem, "reflexão", sempre surgem os advogados de Deus para colocar os devidos pingos nos is! A reflexão que o autor provocou foi simples e clara: a mensagem que o Genesis apresenta é que Deus criou o mundo. Ponto final. O modo como Deus criou o mundo é uma outra questão. E o que o Brabo parece desconfiar é que a idéia da "evolução" (não a teoria da evolução da espécies de Charles Darwin!), pode nos dar algumas mínimas, quase insignificantes, pistas a respeito do modo como Deus fez exsitir do nada todo este Universo que conhecemos.
Postado em 06/05/2009 às 16:47:50


Ricardo Santos Curitiba - PR #8
O fato é que se Deus fosse nos explicar, em detalhes, como ele criou exatamente o mundo, entederíamos tão bem quanto um chipanzé entenderia uma aula de física quantica. É evidente que o relato do Genesis não está preocupado em ensinar a maneira como Deus criou o mundo, e sim em transmitir uma mensagem religiosa. Não há como deixar de fazer uma analogia entre este caso debatido aqui e o de Galileu Galilei. Ele quase foi queimado na fogueira como herege. Por que? Por sustentar que a Terra não era o centro do Universo. De onde seus inquisidores tiraram a idéia contrária? Do Gênesis.

Postado em 06/05/2009 às 16:55:46
Para ver no site clique aqui

BRENNAN MANNING

21.4.09

LIBERDADE POSITIVA E NEGATIVA

Isaiah Berlin (1909-1997) escreveu um artigo de filosofia política chamado "Dois Conceitos de Liberdade", onde ele introduziu uma distinção entre dois conceitos diferentes de liberdade os quais designou: liberdade negativa e liberdade positiva. Para ele, a liberdade negativa consiste na ausência de coerção. Neste sentido, um indivíduo seria livre desde que ninguém o forçasse a agir ou o proíbisse de agir de certa maneira. Já liberdade positiva consistiria num controle efectivo da própria vida. Um alcoólico, por exemplo, tem liberdade negativa caso ninguém o obrigue a beber, mas ainda assim não tem liberdade positiva. Dessa forma, se alguém dissesse, "o alcoolico bebe livremente", estaria querendo dizer simplesmente que ele bebe sem que ninguém o force ou obrigue a isso; mas se alguém dissesse "o alcoolico não é livre" ou "não bebe livremente", estaria querendo dizer que ele não tem o controle efetivo da sua própria vontade de beber, em virtude do seu vício. Em outras palavras se diria que o vício controla a sua vontade, e não que a sua vontade controla o vício.
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Essa distinção foi importante na filosofia política porque forneceu fundamentos para o julgamento da responsabilidade de pessoas que cometeram crimes ou delitos em que a sua liberdade positiva foi significativamente restringida de alguma maneira. A doutrina juridica, de maneira geral, tem o entendimento que doentes mentais, pessoas embriagadas involuntáriamente, crianças pequenas (a idade varia de país para país), têm sua liberdade positiva comprometida, e portanto não podem ser consideradas responsáveis penalmente. O termo jurídico para a situação é "inimputáveis" - não se pode imputar as consequencias dos seus atos, ou seja, não se pode imputar a punição. No caso específico do código penal brasileiro, até mesmo a "embriaguez cronica", (o alcoolismo) é uma condição de inimputabilidade. Vê-se claramente, portanto, a relação entre liberdade e responsabilidade na filosofia política, que é, não custa relembrar, a ciencia do poder.

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Fonte: adaptado da wikipédia

17.4.09

Origem Histórica do conceito de Liberdade

The first known use of the word freedom in a political context dates back to the 24th century BC, in a text describing the restoration of social and economic liberty in Lagash, a Sumerian city-state. Urukagina, the king of Lagash, established the first known legal code to protect citizens from the rich and powerful. Known as a great reformer, Urukagina established laws that forbade compelling the sale of property and required the charges against the accused to be stated before any man accused of a crime could be punished. This is the first known example of any form of due process in the history of humanity.

Like Urukagina, most ancient freedoms focused on negative liberty, protecting the less fortunate from harassment or imposition. Other ancient legal codes, such as the Code of Hammurabi, similarly forbade compulsion in economic matters, like the sale of land, and made it clear that when a rich man murders a poor one, it is still murder. Still, these codes relied on a certain virtuousness of kings and ministers, which was far from reliable.
In the Persian Empire, citizens of all religions and ethnic groups were given the same rights and had the same freedom of religion, women had the same rights as men, and slavery was abolished. All the palaces of the kings of Persia were built by paid workers in an era where slaves typically did such work.
In the Maurya Empire of anciet India, citizens of all religions and ethnic groups had rights to freedom, tolerance, and equality. The need for tolerance on an egalitarian basis can be found in the Edicts of Ashoka the Great, which emphasize the importance of tolerance in public policy by the government. The slaughter or capture of prisioners of war was also condemned by Ashoka. Slavery was also non-existent in ancient India.
Roman law also embraced certain limited forms of liberty, even under the rule of the Roman Emperors. However, these liberties were accorded only to Roman citizens. Still, the Roman citizen enjoyed a combination of positive liberty (the right to freely enter contracts, the right to a legal marriage) and negative liberty (the right to a trial, a right to appeal and the right to not be tortured). Many of the liberties enjoyed under Roman law endured through the Middle Ages, but were enjoyed solely by the nobility, never by the common man. The idea of unalienable and universal liberties had to wait until the Age of Enlightenment.


In Chinese, freedom is written (ziyou). Zi is the character for self, and You means follow, with an additional connotation of reason. Liberty thus implies a necessary connection between individualism and a rational duty.
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fonte: wikipédia

31.3.09

Origem Etimológica da palavra Liberdade

A palavra liberdade, conforme a etimologia grega, eleutheria, significava liberdade de movimento. Tratava-se apenas de uma possibilidade do corpo para se movimentar sem qualquer restrição externa. Poder e liberdade eram palavras praticamente sinônimas. Compreendia-se a liberdade como o poder de se movimentar sem impedimentos, seja em razão da debilidade do corpo, seja em razão da necessidade ou mesmo em razão do impedimento oposto por ordem de um senhor. Assim o significado grego estava relacionado a ausência de limitações e coações. A palavra alemã Freiheit (liberdade), que tem origem histórica nos vocábulos freihals ou frihals, de onde se originou a palavra Freedom na lingua inglesa, significa "pescoço livre" (frei Hals), referindo-se aos grilhões que mantinham aprisionados os escravos pelo pescoço. Assim, não difere muito em sentido da palavra grega, a complementando com uma imagem contundente. Há de se observar, contudo, que esta palavra tem uma amplitude menor, pois refere-se apenas à situação de impedimento de movimento por razão de uma força externa humana, eliminando assim a necessidade e limitação física, por exemplo. Ou seja, a palavra de origem alemã referia-se apenas a coação, ou a escravidão. Dessa forma, Freihet era um caso particular de eleutheria. Já a palavra libertas, de onde também se originou o termo liberdade do latim, significa "independência", que resume bem a palavra grega. Portanto, percebemos que a palavra liberdade, nas três situações, está fortemente relacionada a uma situação política do ser humano, embora a palavra grega e latina expressem mais do que isso. Mas a acepção mais comum da palavra nos parece ser a expressão de uma situação de dominação de grupos sobre outros que limitavam ou restringiam o "movimento", ou a possibilidade de "ir e vir" das pessoas subjulgadas. Antepunha-se a situação de escravidão. Portanto, tudo leva a crer que a palavra liberdade nasceu com o objetivo de representar uma status político.

OBS.: a palavra político está sendo usada no seu sentido filósofico, o qual representa as relações de poder entre os seres humanos. Ou seja, política como ciencia do poder, e não ciencia do Estado.
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fonte: adaptado da enciclopédia livre (wikipédia)